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Nas asas de um anjo

No meu último suspiro,
um anjo desceu à Terra…
um anjo de asas brancas.
O meu anjo chegou.

Aquelas asas brancas,
puras, inocentes e cheias de amor.
Nas asas de um anjo, perdi-me no tempo…
com tanta beleza e luz.

Voei, voei tão alto,
que consegui sentir a brisa da felicidade.
E voei, tão alto,
que consegui tocar no céu. Nas estrelas. Na lua.

Voei nas asas brancas de um anjo.
Aquelas asas grandes, fortes, e cheias de amor puro.
Como só podemos sentir com os braços da nossa mãe,
Como o amor de milhares de anjos de asas brancas.

Alguns anjos de asas brancas descem à terra,
para levar-nos a voar alto,
e nos abrigarmos na lua,
onde podemos sentir o amor. O amor puro.

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Este amor onde não cabe a maldade,
a inveja, o ciúme, a negatividade…
daqueles seres da Terra.
Onde não cabe uma gota de sofrimento.

Então voei pela noite dentro,
nas asas de um anjo branco,
Como se eu ainda não tivesse dado o último suspiro.
O meu último suspiro…

O Anjo da Noite

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Entrego-me à dança das palavras. Cada poema é uma viagem ao coração noturno da alma, onde as estrelas são as minhas testemunhas silenciosas. Um amante da noite, pintando os sonhos com versos e guiando as almas pela magia das letras.

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